segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Retirado do Site do Colégio Pio XII de São Paulo.

Os alunos dos 4os anos tiveram a oportunidade de entrar em contato com a origem de suas famílias por meio da confecção de sua própria linha do tempo. A linha do tempo pessoal é um instrumento no qual são colocados fatos marcantes da vida de cada um em uma sequência temporal. A construção de sua própria linha e a exposição dos objetos históricos pessoais despertou um olhar para o passado pois mostrou que a história se faz aqui e agora.
A leitura coletiva do livro “Terra Mãe”, da autora Regina Rennó, proporcionou uma viagem pelo mundo a qual permitiu um contato com diferentes povos, suas origens e algumas tradições. Os alunos “embarcaram” nessa aventura e conheceram um pouco mais sobre países, como:
Japão, Austrália, Portugal, Estados Unidos e Guiné-Bissau.
Esse projeto permitiu que nossos alunos concluíssem que somos um povo de origem do encontro de culturas e, portanto, recebemos influência direta desses povos por meio da história de nossas famílias.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Aquarelas - Série " Músicos"- 75cm x 55cm
domingo, 11 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Arte sobre papel
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Revista Claudia
domingo, 30 de outubro de 2011
Desenho

Nós que trabalhamos com arte e criação, vivemos uma exposição constante através do nosso trabalho. Portanto o que escrevo hoje, mais precisamente agora, que é uma análise, uma visão geral da minha vida de artista, não me inibe e nem me faz sentir medo de tamanha exposição.
Em meados dos anos 70, quando estudante entusiasmada da Escola Guignard, mergulhei de cabeça, com muita sede e ganância no estudo do desenho. Sentia que ali estava a minha expressão mais genuína. Além de extremamente prazerosa essa minha relação com o desenho, era o desafio que se estabelecia para permear toda a minha vida. Desafio que me traz aqui hoje para assumir-me de vez, uma desenhista, e que me faz guardar com carinho, porém com certo cansaço, as telas e as tintas pesadas.
Lembro-me do primeiro marchand em São Paulo que me orientou a pintar o que eu desenhava, porque papel, como eles diziam, não tinha mercado.
Quatro filhos e uma imensa responsabilidade sobre os ombros, pintei, pintei e pintei.
Certa vez quis mudar de profissão. Mas a gente sabe que esse caminho não tem volta. Ser artista não me parece escolha, mas sim destino.
O desenho era tão forte na minha vida que me levou também para os livros. Comecei a ilustrar Literatura infantil em 1980, e foi complicado. Havia um grande preconceito na época, dos artistas plásticos em relação aos ilustradores. Como se viver puramente de artes plásticas fosse fácil e possível. Até é possível sim, mas é raro.
Ilustrar um livro ou construir uma narrativa visual, que são tarefas constantes na minha vida, me dão um prazer tão imenso, que não tenho como descrever o que sinto. Sou grata a vida por ter essa atividade tão importante e multiplicadora.
Tudo que faço tem a base lá no traço puro do lápis. E hoje quero celebrar essa minha escolha. Além das ilustrações, meus trabalhos de artes plásticas voltam a ser desenhos sobre papel.
Porque acho que assim posso dar o melhor de mim.















